terça-feira, 13 de agosto de 2013

Volta a Portugal: Ser ou não ser (este o seu ano)? Eis a questão!

Rui Sousa anda nas bocas dos portugueses. Uns por espanto, outros por contentamento pelo segundo lugar do ciclista de Barroselas, que regista o mesmo tempo do camisola amarela Sérgio Pardilla (MTN-Qhubeka). Com “meia” volta percorrida, Rui Sousa é conotado como o mais sério candidato a vencer a Volta, sabendo que terá de provar o favoritismo, que lhe está a ser endereçado, na estrada.

Os triunfos dos últimos anos solidificam esta popularidade. Depois de ter ficado na 3ª posição em 2012 e 2011 e de ter conquistado a Torre em 2008, o barroselense volta nesta edição a provar que a idade não é um obstáculo.

Na retina, vai saltitando a imagem de Rui Sousa a cortar a meta em Santa Luzia. A prova dos nove surgiu no alto da Senhora Graça, quando muitos já questionavam a sua condição física. Será mesmo este o ano em que o vianense irá conquistar o cetro nacional? Uma resposta que só os próximos episódios poderão documentar-nos, contudo no “reino” do vianense reina a “felicidade” e a tranquilidade.

“Etapa da Torre é decisiva”


A veterania rouba a capacidade de explosão aos ciclistas, mas polvilha-os de prudência. Com os pés bem assentes no chão, Rui Sousa considera que a “etapa da Torre é decisiva”, esperando estar no auge da sua condição, para tirar o melhor proveito possível de uma segunda parte da volta que “agrada muito” a Rui Sousa.
João Santos e Fabíola Maciel

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