quarta-feira, 27 de abril de 2011
Editorial: A honra do convento
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Editorial: Desporto é alegria
terça-feira, 8 de março de 2011
Desporto fica no coração
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Editorial: Aproxima-se o momento das decisões
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Editorial: Malas feitas para casa nova
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Editorial: Uma bola na trave pode mudar algo?
Pode toda uma estrutura de um clube ser abalada por uma bola que bate num poste, no aro de um cesto, na tela de uma rede? A haver resposta ideal a esta pergunta decerto seria um “Não!”. Todavia, são cada vez mais os exemplos que demonstram o contrário. O último, e também dos mais sonantes, é a demissão de José Eduardo Bettencourt da presidência do Sporting. Antes dele já Dias da Cunha tinha padecido pelo mesmo mal.
Obviamente, não foi o embater da bola na trave que fez demitir alguém mas sim a consequência de um acumular de resultados menos positivos. Mas é na adversidade que se demonstra a solidez de uma estrutura! Estas não podem depender apenas dos resultados pois isso coloca em causa a seriedade de todos os envolvidos no desporto – atletas, dirigentes, adeptos e patrocinadores. Por norma, são os patrocinadores que acabam por ser prejudicados com as reformulações e emendas estruturais, pois investem e raramente têm retorno.
Num ano de crise importa que os clubes tenham boas estruturas (tanto ao nível de infra estruturas como d recursos humanos). Caso contrário corre-se o risco de fazer depender o sucesso de um projeto de uma bola no ferro.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Editorial: Vale a pena investir no desporto? Parece que não...
É recorrente ouvir entre diretores das modalidades (que não do futebol) que este "é um bicho papão" que suga a maior parte dos apoios, atenções e atletas. No final de 2010, o Público tinha como manchete fotografias de José Mourinho, Vanessa Fernandes, Cristiano Ronaldo, Nélson Évora e Naide Gomes com a legenda “O desporto em Portugal na última década – Todas as modalidades cresceram, mas futebol reforçou hegemonia”, com um artigo nas páginas 2 e 3 (a notícia em destaque na edição do dia).
Através desse artigo descobri que “Entre o quase meio milhão de praticantes desportivos federados existentes em Portugal no ano de 2009, quase um terço (144.557) é composto por futebolistas (…) o que representa quase seis vezes mais do que os existentes na segunda modalidade mais praticada, o basquetebol (40.250 atletas federados).” O voleibol é a terceira modalidade praticada (40.090), andebol a quarta (37.562) e em quinto está o ténis (25.550). Estes números fazem refletir e o autor do texto procurou o presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura, para falar sobre eles e para avaliar a década desportiva. Após as banalidades do costume, Moura teve uma afirmação curiosa:
“Portugal ainda tem uma baixa relação entre desportistas federados e o número de habitantes. Há atletas dotados que nem sequer iniciam a prática desportiva. Tudo começa no desporto escolar. Apesar de haver maior relação entre a escola e os clubes, ela ainda não chega.”
Não deixa de ser curioso que um dos responsáveis máximos pela promoção do desporto em Portugal tenha dito isso e hoje se leiam estes títulos!
Escolas temem fim do Desporto Escolar
Escolas dizem que não vão ter horas para desporto
Ministério da Educação quer suspender todos os projectos nas escolas
Fim do desporto escolar pode levar alunos a ganharem quatro quilos
Com informações tão contraditórias fica difícil saber para onde se caminha e se vale a pena investir no desporto, em Portugal!
adenda: Petição recebida por e-mail (a defender o Desporto Escolar)
